1960-2014

As 11 variações do sistema de competição da Libertadores

Nem sempre se jogou igual, e essa é uma questão que os fiéis apreciadores da Libertadores usam ​como argumento para aumentar ou diminuir o valor dos títulos de todos os clubes consagrados antes da edição de 2000, ano em que chegou à 32 participantes e que, desde então, a única variação em relação ao formato atual é que não havia Primeira Fase­­ – implementada a partir de 2005. Confira a seguir um breve resumo para entender como foi mudando o modo de jogo do torneio mais importante da América ao longo dos anos 

1960: Disputavam os campeões de 7 países: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai e Uruguai.

1961: Juntavam-se os campeões do Equador e Peru.

1964: Era incluído o campeão da Venezuela.

1966: Os vice-campeões de cada campeonato eram integrados.

1968: Começava a ser disputada em 5 grupos de 4 equipes, cada grupo com dois clubes de uma mesma nação.

1988: Começava a valer o sistema de saldo de gols nas finais, desapareciam os jogos de desempate e incluía-se os pênaltis.

1995: As vitórias começavam a valer 3 pontos em vez de 2.

1998: A Conmebol convidava os países mexicanos para participar.

2000: Vinha o formato com 32 equipes e os grupos já não eram mais integrados por dois clubes de um mesmo país, além disso, o campeão (foi o Palmeiras) começava jogar desde a fase de grupos ­­– antes entrava nas fases finais.

2004: Edição recorde, já que 36 equipes divididas em 9 grupos jogavam; criava-se a repescagem.

2005: Se estabelecia a Primeira Fase e participavam 12 equipes, das quais se classificavam 6 para os grupos. Passaram a jogar 38 clubes.


Fonte de consulta: Livro “350 historias, hazañas y récords de la Libertadores”.

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