ENTREVISTAS: ROMAGNOLI-ORTIGOZA-CETTO

O capitão, o goleador e o defensor da noite

A festa no Nuevo Gasómetro estava no auge. Fazia menos de cinco minutos que a final havia terminado. O San Lorenzo acabava de derrotar por 1 a 0 o Nacional, do Paraguai, e se consagrava pela primeira vez na Libertadores.

O campo era uma festa e, no meio da celebração, três dos pilares da equipe vencedora falaram com o Paixão Libertadores. Seu capitão, Leandro Romagnoli; o autor do gol da vitória, Néstor Ortigoza; e o melhor defensor do jogo, Mauro Cetto. Em uma mistura de emoção, choro, pulos, abraços e cantos da torcida, o Paixão gravou algumas palavras dos campeões.


PAIXÃO: Esta conquista se debe a que?
Romagnoli: La verdad que armamos un grupo muy bueno y los demostramos. Siento una alegría inmensa. Luchamos mucho para ganar la Libertadores y es para toda la gente que siempre alentó. 
A verdade é que reunimos um grupo muito bom e demonstramos isso. Eu sinto uma alegria imensa. Lutamos muito para ganhar a Libertadores e é para todas as pessoas que sempre nos apoiaram.


PAIXÃO: Como você descreve este momento?
Ortigoza: Esta festa é para todos os torcedores do San Lorenzo, que é um grande clube e não tinha esta taça faltava na prateleira. 
Hoje ele tem e merece. 


PAIXÃO: Seu gol foi o mais importante da história do clube, o que você está sentindo? 
Ortigoza: Que suei a camisa. (falou enquanto se abraçava, pulava e cantava com a arquibancada).


PAIXÃO: Como vocês ganharam esta final? 
Cetto: Foi difícil. Muito duro. Sabíamos que seria complicado. Chutamos muito. Tínhamos que chutar quando não dava para jogar e vencemos com raça. Nós realmente queríamos ganhar isto para as pessoas, que mereciam.

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